quarta-feira, fevereiro 28, 2007






Este cheirinho das férias é fabuloso! Passam depressa, mas estou a tentar aproveitar bem. Apesar do carro estar na oficina para a revisão e de ter que andar de transportes com mais frequência do que estou habituada, estou mesmo a gostar das férias! Já comecei o meu prmeiro cursinho e estou a delirar, mesmo abdicando de muitas horas da minha pequena, mas é um esforço que se Deus quiser me vai valer!
Tenho tido tempo para pensar na vida e amadurecer pensamentos e algumas decisões. Tenho pensado bastante na amizade e o que ela significa na minha vida, mas isso é um assunto que vai ficar para mais tarde.
Tenho andado cheia de vontade de fazer montes de coisas, de mudar a minha casa outravez, mas ainda mal me mudei e já pensar em "new look" é um bocado percipitado, afinal esta decoração/ disposição tem pouco mais de 1 ano! Eu é que gosto mesmo disto, deveria ter tirado um curso de decoração de interiores, mas enfim...

domingo, fevereiro 25, 2007

No Guincho

Fomos passear ao Guincho! Saímos de casa, porque as nuvens estavam a dar lugar ao azul e o sol espreitava... timido, mas espreitava! Assim que nos metemos na A5... Hummm...pingas no vidro, mas voltar para trás não era opção!

Soube bem, fez bem e claro, já no regresso a casa parou de chover, mas já era hora de almoçar!










terça-feira, fevereiro 20, 2007

Do Carnaval...


1 Máquina de roupa lavada;

2 Máquinas de roupa seca;

4 Refeições;

Muita Roupa dobrada e arrumada;

1 filme na Tv;

Muita loiça lavada (Obrigada máquina de lavar loiça por teres pifado e já agora, obrigadinho esquentador por também não me estares a facilitar a vida)

...e arrumada;

Fogão limpo;

Limpeza do aquário (experiência que não quero repetir, a de beber àgua do aquário, sem querer);

Cozinha varrida;

Areia do gato mudada;

Plantas regadas, borrifadas e colocadas no sitio...;

Varanda varrida;



Puffffffffffff


Então e o passeiozinho até ao Guincho com a pequenita????

Nada...

É frustrante, a malta levanta-se com esse intuíto. Assim que mete o narizito fora da janela, fica com a ponta do mesmo congelada! Vamos depois do almoço, deve aquecer um bocadito até lá...

Nada...

Assim que termino de cozinhar e meto, novamente, o narizito fora da janela, não só fica congelado, como ainda fica molhado!

Não há condições... O mais longe que fomos, foi ao caixote, deitar o lixo e continuava um frio do caraças!


Bah, amanhã lá voltamos para a rotina diária!!!


sexta-feira, janeiro 12, 2007


Teria tanto para escrever, tanto para registar, mas não estou a conseguir. Esta semana custou-me imenso a passar e estava a ver que nunca mais terminava. Sinto-me tão exausta... o que durmo nunca é suficiente e apetece-me sempre mais. Não percebo o que me anda a incomodar tanto...
Felizmente a I. está óptima, tão grande! Noto-lhe uma diferença enorme. Parece que deu um pulo e vejo-o como nunca! Cada vez menos tem os deliciosos traços de bébé. Mantém as apetitosas bochechas e está cada vez mais menina, muito femenina e vaidosa. Diz-se uma princesa e sem dúvida que é a do meu castelinho! Vive os seus contos de fadas e conta as suas histórias e por momentos também tenho vontade de lá estar, mas há sempre algo que me faz voltar à realidade e ver que a minha época naquelas histórinhas já passou. Agora tenhos as minhas realidades e limito-me a vê-la viver as histórinhas dela. Delicio-me...
Temos malta nova cá em casa! Um aquário e 6 peixinhos...lindos...Prenda de Natal dele para ela... Bem, na verdade estes são mais prenda de dia de reis, é que os que vieram no Natal, duraram 4 dias... Uma bela noite, enquanto eu fazia o jantar: "Mãe, já di comida aos peixinhos..." Eu não queria acreditar, mas tinha dado mesmo e os desgraçados deviam estar famintos, pois ela deu-lhes quase toda a embalagem de comida... Será escusado dizer que no dia seguinte todos eles tinham ido desta para melhor!!! Tive pena, eram bem giros e originais, mas que fazer? Inocência de criança, por vezes, também dá nestas coisas! Bom, agora temos estes 6 e a comida deles bem longe do alcance de qualquer miúda cheia de vontade de os alimentar! Parece que consegui deitar umas letritas cá para fora... Vou descansar...

segunda-feira, dezembro 11, 2006

Há coisas fantásticas, não há?!?


Faz 3 anos que por volta das vinte e três horas do dia anterior comecei a sentir dores bem apertadas vindas nem sei bem de onde. Dores que me faziam pensar que estava quase e que só queria que tudo acontecesse depressa, porque as dores tornavam-se insuportáveis com o avançar das horas.
Tinha ido à maternidade nessa tarde e disseram-me que quando sentisse contracções de 10 em 10 minutos para voltar, mas o que estava a sentir naquele momento eram dores terríveis de 3 em 3 minutos, portanto só pensava que teria que ser outra coisa qualquer que antecipava ás ditas contracções. Entre a saída de casa dos meus pais, onde bebemos um chá quente, pois estávamos ambos engripados e a chegada a nossa casa, ainda tivemos direito a uma operação Stop e enquanto o B. convencia o polícia a não lhe passar a multa porque vinha sem cinto devido a um jeito que tinha dado num jogo de futebol imaginário, eu dentro do carro, com cinto a contorcer-me de dores. Já em casa, ele na cama e eu sentada, em pé, deitada no sofá com uma folha de papel, a caneta e o relógio a tomar nota das horas de cada vez que tinha uma dor.
Em menos de nada os minutos diminuíam entre as dores que já eram quase constantes, espaçadas no máximo por dois minutos.
Três da manhã, já estava naquilo há quatro horas, não tinha forma de estar, posição ou pensamento, só queria que passasse porque custava imenso. O B. dormia no quarto e eu continuava pela sala a tentar trepar paredes e móveis e a tentar a tal respiração que tinha aprendido nas aulas de preparação para o parto. Em vão! Fui ao quarto, acordei-o e pedi-lhe para irmos para a MAC. Tentou acalmar-me, sugeriu que me deitasse e tentasse dormir, porque se fossemos para lá mandar-me-iam para casa.
Deitei-me, mas com dores daquelas não conseguia estar deitada, muito menos dormir, mas também não conseguia estar em pé ou sentada, só me apetecia chorar e deixar de sentir.
Passaram mais três horas quando já não suportava mais nada e sem mesmo querer saber fui direita a ele e disse-lhe que queria ir para a maternidade, podia ser que lá me dessem alguma coisa que atenuasse as dores. Inocência!
Perante um pedido/ordem desesperada destas lá nos fomos vestindo e preparando para arrancar. Eu demoradamente, pois mal me conseguia mexer. Mesmo em cima da hora de saída sinto algo a escorrer violentamente e sem perceber o que seria fui mudar-me porque estava suja.
Descer aquele 4º andar sem elevador foi um suplício, entrar no carro idem, idem, aspas, aspas e a viagem, desta vez sem cinto de segurança, sem palavras.
Chegar, entrar a voar maternidade dentro, enquanto ele dizia ao balcão que eu tinha mesmo que entrar pois estava cheia de dores.
Tira roupa, faz toque, que desta vez nem me causou dores, tais eram as outras que tinha e ouvir um “as águas romperam e por isso fica já internada, senão voltaria para casa, pois não tem dilatação nenhuma. Vista a bata e meta todos os seus objectos pessoais no saco e vá entregá-los ao seu marido. Despeça-se!”.
Não sei ao que isto me soou. Lembro-me de ir ter com ele à sala e de lhe entregar as coisas e de lhe dizer que quando saísse dali já seria com a nossa filha, mas as dores eram tantas que eu não conseguia ficar quieta.
Regressada à zona interdita, passámos à parte degradante da raspagem e clisteres. Toca de deitar numa maca, ligar o CTG, pôr o soro e aguardar, porque “isto ainda está muito atrasado, só lá para o meio-dia”.
O meu pensamento foi aterrador! Eram seis e trinta da manhã, até ao meio-dia ainda tinha mais seis horas de dores pela frente.
Já na sala e devidamente equipada, as horas não passavam e eu só me contorcia, sem grande liberdade de movimentos e a ver a mulher que estava na outra maca, tranquilamente a olhar pela janela, sem respiração ofegante ou contorcida com dores. Se ela soubesse o que a invejava…
Sede, muita sede e sem poder beber água, vontade de ir à casa de banho. Chamar a enfermeira, falar-lhe do que sentia, lá se chama o médico, novo toque para ver se era mesmo vontade de ir à casa de banho ou se estava a chegar a hora, mas nada, “continua sem dilatação feita”. Na casa de banho a força não surtiu qualquer efeito, mas a torneira do lavatório chamou-me e não resisti a beber um pouco de água, apesar de ter sido avisada de que não o podia fazer.
Volto para o quarto, nova instalação de equipamento e mais sei lá quanto tempo de dores e de tentativas vãs para controlar a respiração!
Chamo a enfermeira, novamente, já não me sentia, o meu rosto latejava e constatam que tinha febre e que o CTG apresentava taquicardia no meu bebé.
Chama médica para novo toque, mas que ao ver o panorama diz “não há mais toques, já para o bloco operatório”. A alegria que me invadiu é indescritível. A enfermeira em tom penoso disse um “não sei se já percebeu o que vai acontecer, boa sorte”. Sabes lá mulher, é a melhor coisa que ouvi nas últimas horas, pensei eu!
Entre a sala do CTG e o bloco operatório ainda tive tempo de ficar presa no elevador com o maqueiro e uma médica. “Sorte em estar cá a médica!” dizia o maqueiro, mas eu só pensava que não era sorte nenhuma, pois uma cesariana não seria feita num elevador e apesar da minha alegria com as palavras “bloco operatório” as dores não tinham atenuado.
Já no bloco operatório, depois da explicação de como me seria administrada a epidural e de tudo preparado, entra alguém a correr na sala a dizer que tinha que ser geral, pois eu estava com infecção e temperatura. Ok, vamos lá começar tudo outra vez! Deita, coloca ventosas no peito, prepara tudo e uma voz doce de pronúncia, talvez espanhola, diz que vai começar a dar a anestesia e que em breve vou deixar de sentir dores. Mel para os meus ouvidos!
E assim foi, nem me lembro em quantos segundos sai dali e deixei de sentir fosse o que fosse.
Lembro-me de acordar, ouvir uma voz a dizer “venha dar um beijo à sua filha e á sua mulher”, ver uma mancha cor-de-laranja, que hoje sei que era a camisola que ele tinha vestida e depois ver uma manchinha vermelha, que não consegui que fosse mais do que isso, mesmo depois de me dizerem para lhe dar um beijo, pois era a minha filha, mas a visão estava turva demais para conseguir deslindar fosse que linha fosse.

Onze de Dezembro de dois mil e três, meio-dia e dezoito, com três quilos quinhentos e quarenta e cinco e cinquenta e um centímetros, índice de Apgar nove ao primeiro e aos cinco minutos, nasceu a minha filha depois de treze horas de dores intensas, mas para tornar tudo mais bonito.
A partir daqui tudo mudou!
Hoje, três anos depois ela corre pela casa fora, pula, fala pelos cotovelos e traz alegria á vida de todos nós. Felizmente, sempre foi uma criança saudável e que só nos deixa transbordar orgulho!
Parabéns, meu amor, que sejas sempre tão feliz e alegre como tens sido nestes teus primeiros anos de vida, que continues a tornar os meus dias numa alegria. Serás sempre a minha razão de viver, foste o mais importante em momentos muito difíceis da minha vida e foste a razão de continuar para o dia seguinte, a semana seguinte e o mês a seguir.
És a melhor coisa do meu mundo e sem ti a vida da mamã não teria qualquer piada!

Há mesmo coisas fantásticas, não há!

quarta-feira, novembro 15, 2006

Marillion é Fish!

Sábado, o esperado 11 de Novembro…
Há uns tempos atrás descobri que na comemoração dos 20 anos do "Misplaced Childhood", dos Marillion, o Fish, antigo vocalista o grupo, viria fazer um concerto. Corri logo a falar com o meu compadre, para ver se ele queria alinhar, sendo ele a única pessoa que conheço, de momento que gosta do género. Acho que foi a melhor notícia que lhe dei nos últimos tempos!
Entre a compra dos bilhetes e a ansiedade o tempo lá foi passando e o último sábado chegou.
Estive todo o dia à espera da noite!
Lembro-me que quando conheci a música dos Marillion, pensei que era um dos concertos que mais gostaria de ver e não pensei que passados 15 anos fosse concretizar este sonho!Principalmente, com Fish a cantar, claro que não foram todas as músicas, nem tão pouco as que mais gosto, mas foi um álbum importante para mim e que marcou uma fase da minha vida!
Certo que a primeira parte não mexeu muito comigo, uma vez que não conheço a carreira a solo do senhor, mas ver aquela figura entrar no palco, muito alto, barrigudo e desengonçado QB e ouvir aquela voz, típica de todos os álbuns de Marillion que figuram na minha prateleira, foi algo de inexplicável, só mesmo entendido por quem gosta e lá esteve!
Das 21.40 ás 0.32 foi um turbilhão de sensações, principalmente a última parte, que foi mesmo o álbum e uns extras nos 2 regressos ao palco da Aula Magna, depois de o pessoal ao rubro pedir o regresso. Revivi a fase dos meus 15 – 20 anos, que foi a fase em que mais consumi as músicas deste grupo, que me acompanharam numa das fases mais importantes da minha vida!
Muito bom!
No regresso a casa, tive pena de me ter esquecido de levar para o carro um cd deles, porque depois de ter adormecido e de ter acordado 20 minutos antes da hora combinada, de só ter tido tempo de calçar o que primeiro encontrei, uns sapatos de salto alto e de ter saído a voar, sentindo que ainda não tinha o cérebro a funcionar, a última coisa de que me passou pela cabeça foi agarrar num cd para levar!
O dia foi em grande e terminou desta forma fabulosa!

Poderia falar do meu domingo maravilhoso, com uma série de pormenores proibidos, mas é melhor não, vou guardar apenas este sábado aqui e o domingo mantenho-o na memória!

segunda-feira, outubro 23, 2006

Estive a olhar para as fotos dela quando era ainda bem mais pequenina e inevitavelmente reportei-me àquela época e para o que era a minha vida. Não pude deixar de comparar com o que é a minha vida actualmente. No que tinha e não tinha na altura e tudo o que tenho agora. No que construí desde então e no que consegui alcançar. O saldo é positivo e isso agrada-me substancialmente. Ver que consegui alcançar a maior parte dos objectivos a que me tinha proposto.
Ela cresce saudável e feliz e eu acompanho, vejo-a desenvolver tão bem e tão depressa e para além de feliz, fico orgulhosa.
A nossa vida cresceu e a esse crescimento tem havido uma boa adaptação.
Nem preciso recuar tanto para ver as grandes alterações nas nossas vidas. Se recuar 1 ano a mudança é perceptível, felizmente para melhor. Consegui-me soltar – estar com melhor ar – como me dizem os que me rodeiam! É bom, porque o meu bem-estar reflecte-se no bem-estar dela.
Enfim, a vida passa e é bom não ter, mais, aquela sensação de que me está a escapar por entre os dedos, qual areia fina!

segunda-feira, outubro 09, 2006

Sete de Outubro de dois mil e seis

O dia começou cedo! Entre o cabeleireiro e a manicura, lá voltámos a casa depois de uma irritação por causa dos atrasos da cabeleireira e da sua maneira de ser.
Entre o vestirmo-nos e pormo-nos ao caminho não passou muito tempo e lá fomos. Meti pé no acelerador e lá fui voando para que não chegasse atrasada, afinal seria a madrinha e não ficaria nada bem chegar atrasada.
Correu tudo bem, não fossem os sapatos a morder os meus deditos que gritavam por ordem de soltura.
A cerimónia foi simples, o número de presentes pequeno, o que me agrada particularmente e o dia estava soalheiro. No final a habitual sessão de fotos e o almoço, também simples, mas agradável.
Voltámos á casa de partida antes da cerimónia e por lá ficámos um pouco à conversa.
Já tinha recebido o meu telefonema inquietante, do tipo “a que horas regressas a Lisboa. Quando chegares avisa” e a vontade de regressar a casa era já grande e a ansiedade de ver o desfecho do dia ainda maior.
Não sei porquê, mas os regressos parecem-me sempre com menos quilómetros do que a ida e à chegada a casa lá se enviaram os sms a enviar e uma saída ao final da tarde até à esplanada para trocar palavras agradáveis com novos e velhos amigos, um jantar simples & delicioso com o namorado à luz de um sábado que parecia logo iluminado de forma diferente, esclarecimento de dúvidas numa conversa não menos agradável do que o costume e a sempre não apetitosa despedida, mas desta vez por mais dias…
A noite termina já bem tarde num outro encontro, muito agradável, onde conheci outras pessoas, onde gargalhei bastante, é sempre bom regressar ás histórias da adolescência e ver os disparates que fizemos naquela idade inconsequente!

Enfim, já sou madrinha!
Concluo que gosto cada vez mais de alguém que reapareceu na minha vida, que não pensei que alguma vez fosse fazer parte dela e que gostava muito que não deixasse de fazer parte…
É bom estar com pessoas interessantes, falar, rir e partilhar!
É bom ter renascido e não ter qualquer pé preso “àquilo lá atrás”.
Acima de tudo é bom ter a minha filha e vê-la crescer feliz e ver que tudo faz sentido se ela está bem!

terça-feira, setembro 19, 2006

E é oficial, a miúda já sabe contar até 10!
Isto é fabuloso, ver o meu piolho de 2 anos e 9 meses que já sabe contar até 10.
Hoje e porque estamos, mais uma vez, sem carro no percurso a pé para a escolinha, depois dos transportes públicos, subiamos as escadas e comecei a ouvir:
- Um, dôs, tês, cato, shinco, sês, shete, oito, nove, dez...
E fê-lo repetidamente pelos vários lances de escada que temos que subir!
Eu sempre soube que o tempo não parava, mas queria tanto que o tempo dela parasse para poder curti-la até à exaustão, poder aproveitar todos os momentos que tenho noção que perco e poder registá-los na mente e alguns aqui!
Custa-me tanto não poder usufruir de tudo, queria tanto absorvê-la!
Montes de mãmãs apaixonadas devem ter a mesma linha de pensamento que eu, mas nada a fazer!
Vou absorver o que me é possivel e esperar que tudo continue assim, sempre bem com ela, para me poder sempre orgulhar!

quinta-feira, setembro 14, 2006

Agora em pleno e sem pensar no cérebro masculino! Se bem que tendo oportunidade faria por ali um ajustes, mas não vou perder tempo a pensar nisso!
É sempre bom sentir-me bem, de alguma forma completa e sem espaço para nada!Preenchida, portanto!

A adaptação da I. na escolinha está a ser fabulosa, mas nem eu esperava outra coisa, ela dapta-se sempre muito bem a tudo! A minha filha é o máximo!
O 1º dia, uma 6ª feira, e eu ainda pensei que o 2ª fosse complicado por termos o fim-de-semana pelo meio,mas nada, entrou portão a dentro, beijo na mãe e nem olhou para trás. Ao fim do dia não queria vir embora. A filhota está bem, logo a mãmã está muito bem!
O trabalho tem sido cansativo, mais do que o costume, mas depois na vida particular tudo compensa, porque tudo está bem!

Nota muito paticular: Já sei que não gostas que fale de ti no meu blog, mas já te disse hoje que gosto de ti? Não?? Mas gosto e imagina que até gosto um bocado mais do que ontem!

Agora mesmo sem mais espaço para nada!

terça-feira, setembro 12, 2006

Será que têm cérebro?

Alguém me explica o cérebro masculino?
É que eu não consigo perceber o que se passa naquelas cabeças!

Eu sou gaja, complicada qb, como acho que somo todas e por mais que me esforce e tente compreender e aceitar algumas coisas, não consigo!
Ando eu a tentar fugir de envolvimentos e do sexo oposto, porque não tenho tido necessidade e porque fiquei, talvez demasiado marcada com o meu relacionamento anterior e agora cai-me um gajo ao colo. Não o procurei, não fiz “nenhum joguinho de sedução”, porque simplesmente não estava para ali virada e tanta insistência acabou por me chamar à atenção. Venceu-me pela persistência!
Agora que cedi uma parte e que já tenho um bocadinho para dar, começo a perceber que é só mais um homem, aquela coisa que eu não consigo perceber, que tem as mesmas atitudes estranhas que a maioria dos que conheço tem e que me cansa profundamente!
Eu já não tenho idade para andar a brincar ao toca e foge, ele menos ainda, mas andamos aqui em profunda brincadeira, á qual não estou a achar puto piada e que temo levar-me à exaustão.
Se lhe dou para trás é vê-lo de volta de mim, se o trato bem, desaparece!
Seria de concluir que gosta de ser maltratado!?! Mas também não, porque depois anda a queixar-se que o trato mal, que não gosto dele e que isto e que aquilo! Eu até gosto dele, mas confesso que a minha paciência começa a escassear e temo tornar-me naquilo que não quero e não gosto, do que fugi.
Não tenho que aguentar, pois não?
Não tenho que perceber, pois não?
Não tenho, sequer, que fazer um esforço, porque se estava sossegada no meu canto e quiseram vir desinquietar-me, porque de alguma forma sou importante, têm que me mostrar isso e ter atitudes coerentes. Que de alguma forma as atitudes sejam similares ás palavras!
O amor é uma linha muito ténue, amar de boca é fácil, na altura do vamos ver é que a história é outra!
Vá-se lá perceber!
Homens!

terça-feira, setembro 05, 2006

O tempo passa tão depressa… Ainda há dias andava eu a planear as férias, cada avião que passava já tínhamos um ritual e agora, as férias já começaram, já aconteceram e já terminaram.
Fomos a Paris as duas! Passámos lá 1 semana muito boa, mas como tudo o que é bom, muita curta.
Fartámo-nos de passear, de andar a pé mas o tempo foi curto e não conseguimos ver tudo! Havemos de lá voltar, quando a I for mais crescida e possa apreciar a Disney, todas as paisagens magníficas que Paris oferece e todos os sítios que não consegui ver desta vez.
A experiência da viagem de avião foi porreira. Ela reagiu muito bem e nem sequer notou grande diferença, eu, como sempre que ando de avião lá fiquei cheia de dores de ouvidos, mas nada que não passasse com o pousar do avião.
O regresso foi mais complicado, para além do atraso, ainda conseguiram perder o carrinho da miúda e as dores de ouvidos foram insuportáveis. Se calhar teve a ver também com a alteração do meu sistema nervoso. Toda aquela história da perda do carrinho e ter que palmilhar kilómetros com a pequena ao colo naquele gigantesco aeroporto de Madrid.

Agora já por cá, de regresso à vida quotidiana e com algumas novidades. Parece mesmo que o verão chocalha as hormonas e por esta altura os sentimentos andam à flor da pele. Reencontrei uma pessoa que já fez parte da minha vida e que, aparentemente, continua a querer fazer parte dela, mesmo com todas as alterações que surgiram ao longo destes anos.
Eu é que estou com dificuldades em me deixar envolver, acho tudo tão estranho e estou sempre a dar para trás.
Ás vezes pergunto-me se terei alguma doença começada por B, que não me deixa ultrapassar e seguir com a minha vida em frente.
Contudo é giro, ser mimada e sentir que há alguém que me quer e que não tem qualquer dificuldade em demonstrá-lo!
Enfim, a vida continua!
A miúda vai começar agora a escolinha, mais uma novidade nas nossas vidas! Espero que corra tudo bem. Creio que sim, ela é de fácil adaptação!

quinta-feira, junho 29, 2006

o bacio e...a vida é bela...e sinto-me bem


Bom, o verdadeiro motivo de festa é que a I. já está a largar a fralda, já só usa para dormir e ir à rua. Finalmente! Foi dificil, mas quando aconteceu foi de um dia para o outro!
Agora cada vez que há um xixi ou um cócó no bacio é a verdadeira festa cá em casa! Gritaria, palmas e muitos mimos!
Está mesmo a crescer a minha miúda! Ás vezes fico parada a olhar para ela e a pensar que ainda no outro dia ela estava na minha barriga e agora já se quer vestir sozinha e até já fez amizade com o penico!
Ando bem, estou a redescobrir sensações que já não me recordava e estou a gostar, não quero deitar foguetes antes do tempo, mas sinto-me, realmente bem!
Neste último fim-de-semana fomos passear, estivemos na piscina e até trouxemos o bronze! Foi um sábado à maneira, por um triz que não tenho mais 2 gatinhos, mas não pode ser...se bem que eram tão lindos, tão pequeninos...tão pouco possível de os ter agora!
Enfim, estou bem, sinto-me bem, quero continuar a sentir-me assim e no que depender de mim, vou continuar a sentir que a vida é bela!
Ah e viva o penico!!!

sábado, junho 17, 2006

Eu sei, eu sei, faltas de comparência a potes, mas o que é que querem, não tem estado fácil! Muita falta de tempo! Confesso que tenho saudades de postar com frequência, mas não tenho conseguido.
A salientar:
1 - Cortei o cabelo à miúda pela primeira vez no dia 3 de Junho. Está girissima, aliás como sempre!
2 - As férias estão marcadas, este ano vamos viajar e eu estou morta para ver a reacção dela no avião.
3 - Estivemos doentes, mas felizmente recuparadas.
4 - Estivemos de férias, mas sem direito a comentários, pois como as de meio Portugal foram demasiado molhadas!
De resto, tudo dentro da normalidade!
Aos que me espreitam e notaram a minha ausência, vou tentar estar mais presente e ir dando notícias. Sem promessas, mas tentando actualizar a devido tempo!

Até breve!

quinta-feira, maio 11, 2006

Como é que explico à minha filha que o carro que vai à frente do nosso, apesar de ser igual não é da pessoa que ela conhece?!?

terça-feira, maio 02, 2006

Inicio da nossa época balnear

Se há uns anos atrás contasse a alguém que tinha ido para a praia em Abril/Maio, provavelmente iriam perguntar-me se estaria bem!
É que não sou, ou se calhar, não era grande adepta de praia. Praia para mim era 1 ou no máximo 2 horas, as de maior calor para poder bronzear tudo de uma vez e não ter que voltar.
Acho que a maternidade mudou, também, isso!

Pois é e no sábado lá nos iniciámos e fomos para a praia à tarde. Esteve muito bom e a miúda brincou muito com uma amiguinha.
Ontem de manhã ela pediu: Mãe amos à páia?
Perante isto, qual é a mãe que resiste e então, com a calma que não tive no nosso 1º dia, lá preparei tudo, fiz os respectivos convites e fomos depois dos almoços.
Uou...A praia estáva apinhada de gente e percebia-se porquê, estava um tempo fabuloso, fomos a banhos e tudo, a I. fartou-se de brincar, fez muitos bolinhos de Chixilate com a M.
Ontem não comemos Bola de Berlim (como no sábado), porque só havia com creme.
Ficámos lá até às 18.40 (e porque eu já tinha deixado a sopinha e saladinha de fruta feita de manhã) e viemos calmamente para casa, com as bocas todas a bocejar dentro do carro, os olhinhos da minha pequerrucha fecharam a 3 minutos da praia e só acordou já quase em casa.
Banhoca, sopinha, frutinha e cama que hoje é dia de voltar à normalidade e empurrar os dias com muita força e segurar o sol para podermos voltar à praia no próximo fim-de-semana, até porque agora férias/feríados só em Junho!

Uma boa semana

quarta-feira, abril 26, 2006

SPA & Aspirador

Chegada de mais um fim-de-semana XXL, continuo a sentir-me insatisfeita! Como é possível que passem tão depressa?
Depois de um fim-de-semana tranquilo, mas cheio de emoções, em que no sábado a familia aumentou (22 Abril 2006 - 23:59h) e a minha filha já não é o membro mais novo, um aniversário no domingo, vem a 2ª feira em que a tarde foi num SPA do qual pensei que não fosse sair inteira e o ontem em que apesar de ter convites e planos, não saí de casa, fiz par com o aspirador numa 1ª fase e numa 2ª com a máquina de lavar-roupa.
Pergunto-me se após uma massagem de 55 minutos, não conseguia arranjar nada melhor para fazer do que arrumar, arrastar, limpar, lavar, estender... Com intervalos, claro, para cozinhar e comer.
Sorte a minha que tenho um docinho de filha e assim que eu punha o aspirador a funcionar, era vê-la a aparecer com o aspiradorzinho dela para me ajudar!!
Tinhamos combinado ir à praia, mas a sesta dela foi até bem tarde e acabámos por ficar por casa.

Hoje cá estou, de regresso ao trabalho, com algumas dores nas costas e a perguntar-me se se devem ao SPA, à arrumação da casa ou pura e simplesmente por ter que vir trabalhar, quando o que me apetecia mesmo era estar na praia a fazer bolinhos de areia e no regresso passar e parar no sitio do costume para o chocolate branco com limão e pinhões que tanto gosto de beber...

Nota: Quanto à minha experiência no SPA... Não foi tão bom como esperava...Gostei da massagem nos pés (que não dói) e a das mãos...
A das pernas, também não foi má... Costas e peito é para nem lembrar, ou eu ando demasiado tensa e a gaja tentou eliminar os meus pontos de tensão ou descarregou em mim uma qualquer frustração da sua vida! O que é facto é que em vários momentos da massagem tive vontade de berrar com ela e perguntar-lhe se ela estava a tentar esborrachar-me na marquesa.
Resultado, não volto a fazer, pelo menos esta, tão depressa.
Se bem que o que quero mesmo é experimentar as pedras quentes, esperando que não doa de todo...nem queime...