sábado, março 22, 2008


Nos meus tempos de idade pré-adulta, em que a noite durava todo o seu tempo, em que dançava e pulava e só voltava para casa com o sol, um dos pontos de passagem quase obrigatório era o Indochina. Eu adorava lá ir, a música, o ambiente, tudo, tudo e tudo!

Com a mudança na minha vida, com a passagem dos anos, a noite deixou de ser, obviamente, como era.

O Indochina deixou de fazer parte dos meus itenerários, soube que fechou e deu lugar a um outro espaço, onde ainda cheguei a ir uma vez!

Esta semana que terminou, trouxe-me uma festa de aniversário, um jantar fantástico e um saltinho à "night". E para meu espanto e alegria o Indochina renasceu e foi lá que fomos parar.

Fiquei desolada! A música era uma seca, não dancei, não pulei e para conseguir beber qualquer coisa, foi um desespero! As pessoas não eram bonitas como antigamente, vestem-se mal, o pouco de roupa que as mulheres usam, é uma piroseira pegada e... enfim...saí de lá desolada!

A noite foi salva, pelo jantar, que foi do mais divertido que me lembro nos últimos tempos, o que me ri e as dores de barriga e maxilares, valeu mesmo a pena!

Estavamos bonitos e bem dispostos, foi mesmo muito agradável!


Boa Páscoa!

quarta-feira, março 19, 2008

Dia do Pai

Dia do meu pai,
do pai da minha filha
e do pai dos outros...

- Tem um bom dia do pai!
- Mas eu não sou pai, tu é que és!
- Mas és mãe..
- Exacto, mas hoje é o dia do PAI!
- Bom dia do pai...


E foi...

segunda-feira, fevereiro 25, 2008




Por aqui trabalha-se e trabalha-se e ainda se trabalha mais um bocadito! Ando estoirada, se já pouco tempo tinha, agora não tenho nenhum, se surge algum, logo há como ocupá-lo!Espera que seja por um bom fim...só lamento o que perco dela e ela de mim, mas as compensações podem valer...eu espero, eu quero!


domingo, fevereiro 10, 2008

Hoje


Saímos de casa ás 11:00h para tomar o pequeno-almoço com o R. em Belém. Saímos para voltar para almoçar em casa, mas só chegámosa casa por volta das 17:ooh. O tempo esteve fantástico, fartámo-nos de passear...e de adicionar calorias... Boa semana!




terça-feira, fevereiro 05, 2008

Este carnaval

Eu continuo a não gostar, a não ter paciência, mas lá por isso a minha filha tem todo o direito de viver a época. Até porque quando eu era pequenita, gostava de, pelo menos por uns dias, viver na pele de alguém, que não a minha. Assim este ano vestiu a pele (vá, mais a roupa) do Capuchinho Vermelho. Confesso que ainda não estou preparada para a ver igual a todas as outras meninas da escolinha, senão ter-lhe-ía vestido uma roupinha cor-de-rosa de uma princesa, ou fada, ou algo muito próximo. Ela é muita mais feminina do que eu e ter-lhe-ía assentado que nem uma luva, mas ainda não estou preparada! Logo, era o único Capuchinho Vermelho da sala e claro que, para além da sua beleza natural (muita baba) estava muito bonitinha!

A coisa não durou muito tempo, pois não se quis mascarar mais em nenhum dos dias que se seguiram!

Pergunto-me se a minha falta de gosto pela data lhe é transmitida de alguma forma que eu nem percebo. Apesar de não assistirmos a cortejos carnavalescos e afins, mascáro-a e pinto-a com gosto pelo gosto que ela tem!

sexta-feira, fevereiro 01, 2008

quinta-feira, janeiro 31, 2008

A minha botija natural




Ontem tinha o postal dos ctt para levantar um pacote "volumoso"... Eu sabia bem o que tinha que ir buscar, mas não sabia como era e estava tão ansiosa...
Hoje de manhã lá fomos as duas levantar a nossa prenda para nós própria!
É uma delicia! Muito bonita e cheirosa e eu que sou tão dada aos pormenores, fiquei deliciada com tudo à volta da minha botija....
A botija, o envelope com todos os carimbos, as etiquetas (que ficam lindamente na minha cozinha), a pulseira (que não tá em foto porque a bateria acabou) as palavras escritas nos cartões/etiquetas (que não, não vão ser reutilizados, vão ficar assim, mesmo escritos a lápis para recordação), as instruções de utilização...tudo!
Adorei Carla, obrigada!

segunda-feira, janeiro 21, 2008

Estive todo dia com uma sensação estranha, um mau estar inexplicável, arrepios, mas não, não estou doente!
Senti-me sempre mais de corpo presente, do que com a cabeça no sitío e também não entendi porquê!
Comecei por acordar tarde e em 20 minutos ter que fazer o que costumo fazer em 1 hora, se o dia começa mal, geralmente não corre bem. Nem bem, nem mal, simplesmente de forma estranha!
Para mais tarde recordar,os pastelinhos da foto que ficaram maravilha e não deram trabalho nenhum, ficaram bonitinhos & bons e tive que fazer um enorme esforço para não comer mais do que 2, pois ando a tentar ter uma linha menos curva!
Ando a aguardar a minha botija natural que encomendei à Carla - http://greatcraftdisaster.com/, ansiosa por ver qual é e por ver como é... Não deve tardar, penso eu...

domingo, janeiro 20, 2008

Verdade ou Consequência...

Um fim-de-semana sem espaço para mais nada está mesmo no finzinho!
Para não variar eu não queria que terminasse, cada vez sou mais alérgica ao inicio da semana!
Uma semana importante, mas nem assim me deixa entusiasmada para entrar nela! Histórias para contar, haveria, mas é melhor permanecerem minhas. Algumas ideias e perspectivas no horizonte.
Este vai ser o ano, tem que ser o ano!
Votos de boa semana!

domingo, janeiro 06, 2008

Do Natal à passagem de ano e mais uns dias...




O Natal, como sempre, em familia, o jantar a conversa e o abrir prendas! Ainda não foi este ano que consegui segurar até ao 25 de manhã para a abertura! Gostava! A alegria da I. dá gosto e a satisfação após muito papel rasgado e lacinhos espalhados, também!


O ano não está a começar bem para nós, parece que todos os virús e mais algum resolveram vir cpmeçar o anos conosco, porque nestes 5 dias que já passaram, desde problemas intestinais (no jeito bonitinho de escrever) a constipações e alergias, tudo cá anda! Mandar benzer a entrada, ver se surte algum efeito, porque os xaropes...


Para este ano desejo mais do mesmo, saúde,tranquilidade e paciência, os detalhes ficam para eu me lembrar no dia a dia!


Das molduras que tive tempo de fazer, só fiquei com as fotos, umas foram oferecidas por mim outras adquiridas por outros. Fiquei feliz! Ah, vou juntar à lista em cima, "tempo" para fazer todas essas coisas que gosto. Pôr mão à obra para terminar o espaço de trabalho, que gosto de pensar como "atelier" para dar largas à imaginação e às mãos. Projectos, muitos projectos e concretização...




Que dois mil e oito seja um bom ano! Para todos vós!


terça-feira, dezembro 11, 2007

Já passaram 4 anos e eu nem sei como!
A minha menina está tão crescida, cada vez mais menina e mais crescida!
Está cada vez mais forte a sua personalidade e isso, na maior parte das vezes dá-me cabo da cabeça. Está refilona, autoritária e às vezes desobediente, muito teimosa e mesmo sujeitando-se a apanhar uma palmada, leva a dela à vante. Já faz perguntas de menina crescida: Como é que ela foi parar à minha barriga? Porquê que o pai dela não é meu namorado? O que acontece quando morremos? Para onde vamos nessa altura? E uma série de outras perguntas do género que por vezes me deixam a pensar qual a melhor forma de lhe explicar como as coisas acontecem e escolher qual a parte real e qual a realidade destorcida que deve ser passada para uma criança de 4 anos!
Fala que se desunha, ralha com os bonecos, fala sozinha e com os gatos! Utiliza muitas das minhas expressões e aplica-as nas frases certas. Tem uma imaginação que ultrapassa tudo! Acha que a vida é um ciclo, em que hoje ela é a filha e que um dia eu vou passar para a barriga dela e vamos inverter papeis, assim como acha que já foi dessa forma! Vive constantemente no mundinho dela, no reino das princesas, no seu castelinho rodeada de fadas, príncipes, bruxas e madrastas.
È extremamente feminina, muito vaidosa. Já faz birras de manhã porque quer escolher a roupa para vestir. Já está a ultrapassar a idade do cor-de-rosa, mas ainda não ultrapassou a fase das saias/ vestidos. Por vontade dela seria o que vestia diariamente.
Se bem que não é novidade, mas já tem namorado e está sempre preocupada com ele, com o que ele vai pensar e fazer.
Gosta de sair, de preferência estar a maior parte do tempo fora de casa. Nem que seja para ir para a casa de alguém, o que importa és estar fora da casa dela, mas quando estamos em casa entertem-se perfeitamente, ora no quarto com os seus brinquedo ou com os livros e jogos ou na sala a ver um filme ou a pintar desenhos.
Continua a ser extremamente sociável!
Não é uma criança exigente. Não faz birra porque quer algo, entende que não pode ser naquele momento e que terá de ser num outro.
È gulosa, muito gulosa, se eu deixasse comia doces diariamente, mas aceita que não pode ser assim.
Come bem, dorme bem!
Acho que continua a ser uma criança feliz! Eu sou uma mãe orgulhosa e apaixonada por ela.
Parabéns, minha querida e que sejas sempre uma menina alegre e que continues a tornar as nossas vidas numa alegria só!

quarta-feira, novembro 21, 2007

Quero mais!

Ficámos perto da serra e do mar. O ambiente era familiar, simples e interessante. As paredes brancas, os lençóis também. De noite cama, cedo, porque não havia televisão e de facto estamos inseridos numa cultura demasiado televisiva, de dia Praia do Malhão e Barragem da Bravura. O carro também é demasiado utilizado, mas nestes dias as pernas também foram.


Estamos em Novembro, mas fizemos uma manhã de praia estupenda. A temperatura da água muito apetecível, a vista desafogada, a praia era só nossa. Deixámos as nossas pegadas espalhadas pela areia, rebolámos na mesma e engolimos ar puro, aquele ar que não temos na cidade, que não temos aqui em nenhuma hora do dia.



Uma caminhada na tal barragem, igualmente fabulosa. Já estava mais fresco, já se aproximava a noite, também não havia ali mais ninguém.




È bom passear durante a semana, perece que é tudo só nosso.



Cada vez mais penso na minha vida, na que tenho e já estou farta e na que queria ter. Em vez de acordar ao som do despertador para ficar a moer na cama o último minuto permitido, para depois me levantar a correr para me e a vestir dar-lhe o leite e metermo-nos no carro, deixá-la na escola, ir trabalhar para um sitio que não gosto, passar lá 8 horas do meu dia, voltar e fazer o percurso inverso, chegar a casa, banhos, jantar e cama. Usufruir da minha filha 2 a 3 horas por dia…Queria acordar com o despertador biológico, sentar-me à mesa a tomar o pequeno-almoço, afinal é a refeição mais importante do dia e é aquela para a qual não tenho tempo, ter tempo para andar a pé, num local onde pudesse respirar aromas agradáveis, apanhar cogumelos, pinhas, eucalipto, bolotas, pedras e qualquer coisa mais que me agradasse no caminho e então depois disto, se necessário, meter-me no carro, levá-la à escola e entregar-me ao trabalho, mas a um que gostasse que me desse prazer e que me permitisse estar com a minha filha mais do que 2 a 3 horas por dia!
Poder ver o pôr-do-sol, que actualmente nem dou por ele, pois estou metida num escritório sem janela, quando lá entro é de dia, quando de lá saio, está escuro!
Estou a perder tanta coisa boa e ela, tão pequena, também! Há coisas tão interessantes para se fazer e sinto que não vou conseguir fazê-las aqui, nesta cidade cheia de carros, de pessoas antipáticas, com tanta luz que nem conseguimos ver as estrelas.
Disseram-me que para mudar de vida tem que se arriscar, não se pode ficar à espera que uma oportunidade caia do céu, tem que se ir caçar essa oportunidade, mas eu tenho tanto medo, demasiado receio de não conseguir e então nem sequer poder proporcionar à pessoa mais importante da minha vida uma cidade cheia de poluição, de ar de som e de luz! Mas estou tão saturada de tudo isto, uma saturação desgastante e que devagarinho me está a empurrar…

terça-feira, outubro 16, 2007

Sinto saudades...

Da minha filha que deixei no colégio esta manhã;
Dela quando era muito bébé e dependia totalmente de mim;
Da gravidez;
Dos tempos que passava no “blá” a jogar conversa fora e do quanto me divertia com aquelas gentes;
Das emoções que senti naquela altura, das pessoas que conheci;
De não ter responsabilidades;
De não ter contas para pagar;
De não ter que esticar os euros até ao final do mês;
Do escudo;
Dos pequenos almoços aos domingos de manhã, depois da piscina;
De andar de bicicleta;
Do meu Clio, dos passeios que davamos nele;
Da Cave;
Do Moinho;
Das brigas com o Alex;
Da inocência da Ana;
De me sentar numa esplanada e ficar a ver o dia desaparecer no horizonte;
De caber numas calças 36;
De conduzir com a janela aberta, com o vento a bater na cara e sentir total liberdade;
De passar fins-de-semana fora, fazer turismo habitação;
Do meu Fiat, vulgo, Brum;
De ir a jantares de aniversário de amigos;
De me sentir protegida “naquele” abraço
De sentir cumplicidade num olhar, num sorriso;
De não ter que trabalhar, de fazê-lo por gosto e não por obrigação;
De escrever;
De desenhar;
De criar;
De me embrulhar num cobertor e me deitar no sofá, enquanto chove e troveja lá fora;
Do Porto e de Gaia;
Das francezinhas;
Do Douro;
Do Vasco & do Paulo e do que me proporcionaram;
Das minhas aulas de condução e do meu instrutor;
Da Escola Agricola da Paiã;
Do Zé, do Luís, do Dragão, do Jankas, do Montijo, do Vitor, da Claudia, da Madalena, da Vanda;
Do Chinquilho;
Do Renault 5 do Pedro;
Das noites em casa da Rita & do Pedro;
Do Nuno;
De apertar as bochechas do meu irmão quando era pequenino;
Da minha mãe a ler-me histórias na Madeira e dos montes de “calquitos” que passávamos para o papel;
Da cana de açucar e dos tabaibos;
Do doce de amoras;
Da minha professora da primária, D. Ana Borges;
Das férias grandes, que eram mesmo grandes, em casa da minha avó;
De brincar nas traseiras da nossa casa, com a Carminha a fazer comida nas pequenas panelinhas metálicas, com ingredientes de areia e ervas;
Da gelatina verde, no Barreiro, que nunca mais teve um sabor igual;
Do meu vestidinho vermelho com os gatos a andar de bicicleta...

Tantas saudades...

sábado, agosto 11, 2007

Férias...


Ligou para * estamos encerrados para férias de 13 a 24 de Agosto. Contacte-nos depois dessa data.
Obrigada

segunda-feira, julho 23, 2007

Indignação, frustração, resignação...um misto

Ontem passei por uma situação que me deixou completamente passada, perplexa e com fúria para vir a resmungar mentalmente o resto do percurso até casa. Quem me conhece, sabe que não sou dada a grandes alaridos públicos, gosto de passar despercebida, mas confesso que ontem fiquei com vontade de dar uns murros em cima do balcão.
Eram +/- 23:00h, regressava de casa dos meus pais e tinha que parar na estação de serviço mais próxima para abastecer o meu pópó que se encontrava na reserva. Assim o fiz e quando me dirigi à loja para efectuar o pagamento, sou informada que não havia pagamento com multibanco, por qualquer problema técnico. Olhei à volta e também não havia nenhuma caixa MB, como costuma haver nas estações de serviço, nas maiores, que não era o caso. Assim, pensei em pagar com cheque. A funcionária, perguntou se não tinha visa, que ela preferia, pois poderia pedir logo uma autorização (não fosse eu uma caloteira e passar um cheque sem fundo). Como nunca uso o visa para pagamento de combustivel, tive que ir ao carro buscá-lo, pois não o tinha levado. No carro estava a minha pequena de 3 anos e meio à espera que eu, finalmente, voltasse para seguirmos percurso, mas ainda não era agora.
Volto ao balcão, entrego o cartão, a senhora liga a pedir a autorização, dão-lhe a dita, ela preenche o papelito e quando me o dá para assinar, qual não é o meu espanto ao ver um total com mais 50 cêntimos do que o que tinha posto de combustivel!
- Desculpe, de onde saíram estes 50 cêntimos?
- Então, é a taxa do visa!
(Dahhhhh)
Esta taxa é sempre cobrada, nunca reparou nos talões?
- Não, porque não uso visa!
- Ai não!
- Não! E hoje estou a usar, porque vocês estão com um problema no MB e preferem não aceitar cheques. E por isso eu vou ter que pagar uma taxa, porque vocês estão com um problema???
- Pois, tem razão!
- E então?
- Ah, tem aqui o livro de reclamações, pode escrever!
- Exacto (já a assinar o papel do visa) e também tenho uma criança no carro enquanto esta palhaçada decorre.
Virei costas e fui embora.

Vim o resto do caminho a espancar-me mentalmente, porque por pessoas como eu é que as coisas estão como estão e não mudam! O que deveria ter feito era ter-me recusado a assinar aquele papel, tirar os cheques da carteira e ter pago com o cheque. Uma pessoa que vai para pagar com cartão MB é porque tem dinheiro disponível, logo não iria passar uma cheque sem fundo, muito menos por uns míseros 20.00 Euros de combustível. Agora ando aqui a pensar com quem é que posso reclamar desta situação, talvez já tarde demais, mas acho um roubo e começo por deixar aqui a minha indignação, para que quem me lê saiba como deve agir se algum dia isto vos acontecer, não façam como eu que virei costas e agora só posso reclamar comigo e não terei nenhuma atitude significante, que me faça sentir melhor comigo mesma!

quarta-feira, julho 04, 2007

Gotan Project - 2007/Jul/02

O meu gosto pela música deles é recente, não conhecia de todo, não me lembro como descobri ou como comecei a gostar, só sei que gosto muito, que aquele som me fascina, há muita sensualidade na música, muito ritmo, muito boas sensações. Gosto mesmo!
Também gostei muito do concerto que assisti nos jardins do Palácio Marquês de Pombal, em Oeiras, na segunda-feira, às supostamente 22:00h, mas na realidade às 22:40h. A noite estava com uma temperatura agradável, a companhia apesar da dor de dentes (pobrezinho) estava presente.

É giro e foi muito giro!

terça-feira, junho 26, 2007

Assafora

Algumas imagens do nosso fim-de-semana nos arredores da Ericeira... Esta era uma das nossas vistas de manhã

Ao longo do dia podiamos ver destes bichitos


e destes e galinhas & pintainhos (pintatainhos ) e patas & patinhos



A nossa vista ao fim da tarde




e mais do mesmo





Durante o dia, era também assim e tinhamos piscina e ar puro, muito ar puro e não posso deixar de mencionar que também tivemos boa comida, muito natural e cultivada e criada ali, à nossa volta!









É natural achar que a minha filha é a miúda mais gira do mundo! Entretanto, descobri outra coisa, quanto mais crianças que rondam a idade dela conheço, mais me vou apercebendo de como ela é tão mais educada e bem compartada que as outras. Isso deixa-me tão orgulhosa. Orgulho dela e de mim também, pois parece que ando a dar bem conta do recado!

sexta-feira, junho 15, 2007

Alguém sabe o número de telefone do Pedro?

Estarei eu enganada, ou terei dormido durante muito tempo e perdi o verão?!? Alguém tem o número de contacto do santinho do tempo? Eu queria ligar-lhe, lembrar-lhe que o verão entra para a semana e que o tempo que estamos a ter não é digno dessa estação do ano! Chuva? Dias cinzentos? Temperaturas baixas? Que anda a falhar?
Pior é que o estado do tempo interfere com o meu estado de espírito e então também eu ando cinzenta, sempre ensonada, deveras cansada e nem dá vontade de fazer aqueles programinhas, andar na rua, dar passeios deliciosos… Queria de volta o sol, as temperaturas agradáveis, quero voltar à praia, a besuntar-me de areia, a pular à beira-mar, enquanto a I. ri à gargalhada porque está a delirar, porque pula as ondas, porque dá mergulhos pequeninos e é derrubada pelas onditas na sua rebentação. É uma animação só de a ver a divertir-se! Ela adora a praia e eu passei a gostar depois de ela começar gostar! A partir da idade adulta deixei de apreciar a praia, passava lá o suficiente para adquirir a cor desejada e depois chegava. Agora, sendo certo que demoro mais a chegar ao tom desejado, pois frequento em horários “light”, mas estou lá com outro espírito, com outra vontade, porque sei que ela está bem e logo eu bem estou! Mas este ano o tal do S. Pedro não nos está a facilitar a vida. Só pode andar distraído e não percebeu que já devia ter começado a dar-nos dias melhores.
O verão traz o cheiro das férias e o que ando a precisar desse aroma! Quero tirar este cinzento de cima, adoptar tons coloridos, erguer a cabeça (e a alma) e entrar em grande no verão que está a tardar a chegar! Chegar às minhas respostas, apagar as perguntas. Terminar projectos já iniciados e que me dão algum gozo, mas que não me estão a puxar pelo ânimo.
Venha o verão, o calor, o sol e todas as boas energias que estou a precisar!

quarta-feira, junho 06, 2007

Xuxa

Uma das minhas maiores preocupações dos últimos meses é como fazer para que ela deixe a xuxa, melhor as xuxas, sem que haja um grande drama e sem que possa haver qualquer tipo de trauma para ela.
Em algumas vezes que ela se porta mal e que recorro ao castigo, tirei-lhe a dita durante a noite, aproveitando para matar dois coelhinhos de uma cajadada só. Por um lado o castigo e fazê-la entender que errou e por outro testar o sono dela sem a xuxa. A coisa não correu mal, o que notei foi que ela demorou mais tempo a adormecer do que o costume, mas dormiu a noite toda sem grande alarido.
Esta semana vi um programa na TV que falava precisamente deste assunto e tomei o exemplo do que vi e então disse-lhe que o Pai Natal tinha vindo buscar as xuxas, já que ela já é crescida e que quando for muito crescida ele trá-las novamente para ela as ver.
O ar dela foi de partir o coração, estive quase, quase a devolver-lhas, mas iria perder toda a credibilidade.
Quando vi o tal programa, o pediatra dizia que as crianças devem deixar a xuxa por volta dos 2 anos de idade, para não provocar atrasos na fala e os já sabidos aspectos estéticos. Comecei a pensar que ela já vai a caminho dos 4 e que portanto teria que ser radical.
Foi ontem que o Pai Natal veio buscar todas as xuxas! E falo no plural, porque a I. não só usa uma na boca, como usa uma outra para esfregar pelo nariz e arredores. Esta então já tem um aspecto nojento e fazia-me, realmente, confusão vê-la a esfregar aquela borracha já muito usada, suja, com uma série de pêlos agarrados.
Demorou mais a adormecer, como da vez do castigo, mas também dormiu toda a noite. Esta manhã foi a primeira coisa de que me falou, pedindo-me para telefonar ao senhor das barbas brancas para as trazer de volta. Expliquei-lhe que não era possível, mas que tudo ia correr bem e que como ela já é crescidinha já não vai mais precisar da xuxa.
Estou a tentar não dar demasiada importância ao assunto, mas não queria que fosse uma falta demasiado dolorosa. Prometi que o Pai Natal ia mandar uma prenda em troca das xuxinhas que levou… Eu sei que não é Natal, mas… Quero mimá-la por não me dar noites em branco por falta da borrachinha, nem momentos difíceis.
Com jeito e paciência tudo vai correr bem e daqui a nada já ela esqueceu!